Bolei este selo para deixar público que este blog aceita correções gramaticais, ortográficas e de referências citadas. Sempre fico incomodado quando visito um blog e vejo algum erro, pois não sei se o autor ficará chateado se eu sugerir alguma correção. Acredito que isso aconteça com todo mundo, por isso bolei o selo.

No caso de um jornal, há sempre a revisão antes da publicação, mas com os blogs não acontece assim, pois o texto vai direto para o leitor! Claro que hoje em dia há blogs, principalmente os corporativos, que têm até mesmo uma equipe editorial e “ghost writers” especializados. Não é o nosso caso…

Esta lançado o selo! Meu objetivo com ele é bem 2.0 – passar conhecimento com o blog e também receber. Se alguém quiser, pode utilizar o selo à vontade (confesso que fiquei na dúvida se deveria ter a crase neste último “a”)

:)

Polvora Comunicação

Acabei de voltar do lançamento da Polvora Comunicações (www.polvoracomunicacao.com.br) e a impressão que eles estão deixando é muito boa. A expectativa com os novos conceitos envolvendo mídia social é altíssima, mas pela qualidade dos profissionais, acredito que será suplantada.

Na semana passada tive a oportunidade de ir na primeira versão do lançamento que reuniu os blogueiros e parceiros. A turma do Edney (www.interneyblog.com.br) estava lá e mesmo sendo muito divertidos, passam através da animação com a nova empresa uma seriedade muito grande com o trabalho que estão desenvolvendo.

A enxurrada de conceitos e idéias nesta área de mídia social é muito grande. Em um ano o próprio diretor Jair Tavares reconhece que evoluíram muito. Porém todos os seniores da empresa tem muitos anos de mercado com marketing e tecnologia, o que passa confiança nas execução de ações nesta área.

Vamos acompanhar e torcer para que cada vez mais a internet se torne mais profissional com o surgimento de empresas assim.

* Para brincar com a ferramenta de Content Streaming que eles inventaram e que tem por objetivo rastrear a marca na web: em quanto tempo vão achar esse post? :) Tudo bem que este blog está no começo e não é tão expressivo, mas tem cliente deles que lê…

Como este blog está no começo, vou gastar alguns posts para explicar melhor a proposta de seu conteúdo.

Falar das novas tecnologias é um conforto para mim. Sou viciado em tecnologia e passo boa parte do tempo pensando qual será a próxima inovação. Onde isto tudo vai parar? Quem me conhece há algum tempo, já sabe de uma crise existencial que eu vivo: muitas novidades tecnológicas surgirão depois da minha morte e nem vou ficar sabendo!

Vocês já pararam pra pensar, por exemplo, que Arthur Clarke – autor de 2001, Uma Odisséia no Espaço – morreu e não viu um iPhone 3G? Parece bobeira, mas em sua mente brilhante, em 1968, ele “imaginou” -  claro que elaborando uma ficção – o mundo em 2001. Depois ele pôde comprovar o que se tornou realidade. Porém o que ele imaginou até março de 2008, quando faleceu, pode ou não ser o que realmente virá a existir. Da mesma forma aconteceu com George Orwell, autor de 1984, e Aldous Huxley, autor de Admirável Mundo Novo. Não sei o quanto eles acreditavam que se tonaria realidade quando elaboraram essas ficções, mas com certeza, assim como todos nós, eles imaginaram muitas coisas.

Com essa reflexão na cabeça, me vejo pensando qual será o próximo HAL 9000.

HAL 9000

HAL 9000

Em 1999 eu estava estudando Ciências da Computação na Universidade Federal de Itajubá e uma das matérias que mais impactou minha vida e carreira foi “Física”. Não virei um físico depois disso e muito menos construo algoritmos complexos para o ônibus espacial brasileiro que será lançado em 2026 – segui meu caminho fazendo aplicativos para empresas financeiras. Mas o professor, “Ptoir Tresniaki” (amigos, alguém se lembra se é assim que se escreve?) era formidável e nos ensinou muito mais do que física. Ficávamos até de madrugada no laboratório e isso nos deixava com raiva dele, mas ao mesmo tempo sabíamos que ele estava nos preparando para o que viria pela frente. 

Numa das aulas ele fez um breve discurso sobre a internet e a importância de analisarmos o que é verdade ou mentira na rede. Naquela época não existia blog, redes socias dinâmicas ou recursos 2.0, mas cada um podia se expressar através de páginas HTML bem simples. Ele chamou nossa atenção para o fato de que na internet não há um “orgão certificador” que comprova o que é verdade ou mentira. 

Isso ficou na minha cabeça por dias e me persegue até hoje. Lembro-me de quando entrei na Coface em 2005 e conheci um produto quase morto chamado “@rating”. Meu amigo Luciano Mendonça, que me guiou nos primeiros dias de emprego, me contou que a Coface tentou criar este “selo de certificação” que poderia ser carimbado nas páginas das empresas e através dele os fornecedores e clientes do mundo todo teriam a certeza de que se tratava de uma empresa verdadeira e boa. O produto “vinagrou”, apesar de hoje ainda servir para notação automática de crédito das empresas. Isso se tornou para mim um exemplo claro de que é impossível consolidar em alguém ou num órgão a responsabilidade de vasculhar a web atrás do que é verdade ou mentira.

A regulação da internet se dá através de todos nós. Essa mesma turma que encontra as verdades e mentiras da rede escolhe o que é bom ou ruim. Fazemos isso nos blogs, comunidades, fóruns, etc. Esse poder que temos nas mãos é impressionante e chama muito minha atenção. Resolvi colaborar com minha opinião e com meu conhecimento encharcado de internet. Por isso criei este blog.

O HTMLanguage faz uma alusão as iniciais do meu nome, Hugo Tenório Mourão, a estrutura básica da web que é a linguagem HTML e apresenta a proposta que é básica para os blogs: com a minha linguagem vou falar o que penso da internet. Ferramentas, sites, textos, etc., mas com foco em TECNOLOGIA, que é minha praia.

Vasculhar as verdades e mentiras é “natural” de cada. Criar conteúdo relevante, uma oportunidade para quem tem vontade. Achar o que é bom ou ruim faz parte do meu gosto de cada um por internet.

Ps: não existe ônibus espacial brasileiro que será lançado em 2026. Não menti. Mas para quem leu só o começo, perdeu essa nota e pode ter saído com uma outra impressão, pois o texto pode parecer um exemplo ou uma verdade… Nos próximos posts quero escrever sobre isso! A falta de profundidade na internet pode criar verdades ou mentiras, coisas boas ou ruins!